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O que te motiva (ou não) a aprender um novo idioma?

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Por: Gislaine Gomes em 04/07/2019 |   Inglês
É inegável que muitos de nós recebemos o seguinte conselho desde a infância: “estude para ser alguém na vida, para ter um bom emprego e uma vida boa”, nisso se encaixava um bom desempenho na escola, concluir o ensino médio, cursar a faculdade, e em alguns casos, fazer um curso de idiomas. Vivemos em um mundo no qual as conquistas são tão desesperadoras que tudo o que fazemos é direcionado a feitos profissionais e financeiros quase que anulando o prazer do processo ou o prazer como combustível para a realização de sonhos.

Agora me digam uma coisa, quando foi a última vez que vocês fizeram algo por satisfação própria e não por um dever maior? Quando foi a última vez que a vontade de saber foi maior que a necessidade? Ou melhor, quando foi a última vez que você fez algo exclusivamente POR VOCÊ???

Muitos de nós somos obrigados meio que indiretamente a seguir caminhos que nos possibilitem uma mais breve conquista de independência ou de estabilidade sem podermos nos dar ao luxo de satisfazer nossas próprias vontades simplesmente por querermos supri-las, desta forma, o processo de aprendizado em qualquer situação se torna maçante, tedioso, difícil, e nos sentimos tão incapazes de alcançar a tão sonhada fluência no inglês, ser um bom motorista, ou até mesmo aprimorar as habilidades como dançarino por medo da falha, ou por não nos sentirmos no direito de colocar uma realização pessoal entre os itens mais importantes da nossa lista de prioridades. Iniciar o aprendizado de um idioma é um dos elementos que entram na nossa lista apenas a partir do momento em que ser bilíngue se torna fator indispensável na carreira profissional, após anos de estudos, cursos de pós-graduação e treinamentos muitos descobrem que saber uma segunda língua é o que pode garantir aquela vaga, e então inicia-se uma corrida contra o tempo, a tentativa de operar um milagre e se tornar perfeitamente fluente em tempo recorde, não que isso seja impossível, muito pelo contrário, mas o que estou querendo dizer é: temos a tradição de fazermos apenas o estritamente necessário, “para que vou estudar inglês agora? Não preciso, quando eu precisar eu faço” e assim anula-se a delícia do aprender de forma natural, de deleitar-se a cada aula e descobrir em seu tempo um mundo inteiro de oportunidades que uma nova língua pode nos proporcionar.

É quase que de praxe buscarmos aprender algo para nos impulsionar ao sucesso, e esquecemos que as habilidades que desenvolvemos ao longo de nossa vida também nos trazem satisfações pessoais que se não nos dermos a oportunidade de apreciar passaremos a vida toda colecionando certificados e diplomas sem de fato compreendermos o que todos aqueles papeis significam para nós.

Como foi para você aprender a dirigir? Poder assumir o volante de um carro sozinho (a), aquela sensação de liberdade e independência? Saber um novo idioma te possibilita a mesma sensação, busque por liberdade, pela satisfação própria, assim que essa etapa estiver concluída nem o céu será o limite para você.
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